segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Menino de Pijama Listrado

         Bruno é um garoto de apenas nove anos, onde morava em Berlim (interior da Alemanha), mas certo dia seu pai foi promovido e transferido para um local perto do campo de concentração de Auschwitz.
          O menino não gostou de ter deixado a cidade de Berlim, porque sua casa era tranquila, aconchegante, e também porque Berlim era a cidade que seus melhores amigos (Martin, Daniel e Karl) moravam.
          Quando Bruno e sua família chegam a sua nova residência, eles percebem que a casa é menor que o esperavam, que era um lugar quieto, tranquilo demais e principalmente um lugar isolado, Bruno percebe que não tem muitas casas por perto, também pensou que não havia muitas famílias e nem amigos para brincar ou encrencar.
          Bruno não parava de reclamar da casa nova, ele foi para seu quarto, onde viu a porta do quarto do pai e da mãe se abrir, ele imaginou que o pai sairia do quarto e iria brigar com o garoto e quando viu uma pessoa saindo foi logo entrando no quarto, mas quando ele vê era um rapaz jovem, que trabalhava para seu pai.
          Certo dia, Bruno foi dar uma caminhada, para ver se conseguia achar algum lugar para ser explorado, ele estava andando fazia já horas, sentindo alguma fome, ele viu um ponto pequeno, quanto mais perto Bruno chegava não era mais um ponto era uma mancha, que depois virou uma forma, que se tornou em um vulto, e do fim era um menino.
          Bruno chegou a ficar de frente com o garoto, mas separados por uma cerca, eles dois começaram a se falar. O menino (Shmuel) estava com uma cara triste como senão gostasse de ninguém daquele lado da cerca, na verdade apesar de ter vários meninos do lado da cerca, ele não tinha muitos amigos, era por isso que ele iria pra lá do lado da cerca, porque na maioria do tempo eles brigavam e ele gostava de ficar sozinho.
          Bruno e Shmuel estavam conversando sobre os países: Alemanha e Polônia de onde veio, um falava que o país dele é melhor que o do outro. Bruno adorava explorar e perguntou para Shmuel se também gostava, mas Shmuel nunca tinha explorado. Mais tarde Bruno acabou voltando para sua casa, mas tinha certeza que iria voltar para conversa com o menino.

Victor Hugo n˚25
Gustavo Crisppi n˚8

ENTREVISTA DO DESTINATÁRIO DESCONHECIDO


A entrevista de hoje é sobre o nazista alemão que trabalha numa galeria de artes com um judeu na Califórnia e  vamos a ele: Martin Schulse  

Martin é verdade que você era amigo e sua família acolheu um judeu após a 1º Guerra Mundial? Como você ficou após a ascensão do Nazismo da Alemanha?
-Olha para ser franco com você, eu o tratava como um irmão mas quando Nosso Amado Hitler disse que judeus eram maus para a Alemanha eu olhava para ele como se ele fosse um nada, uma pobre alma mas antes disso quando concordávamos com as ideias de governo juntas.


Bom e é verdade que você abandonou a esposa dele fora de casa por ela ser judia?

-Não só por ela ser judia você sabe o que eles fazem com pessoas que acolhem judeus? E fora que ela sempre foi uma mulher corajosa, porém ela morreu junto com seu bebê prematuro...

Espere! Você a deixou morrer com um bebê! Você deixou uma mãe morrer!

-Tudo pelo nosso amado Hitler!

Nossa!
-O que?! Você faria o mesmo no meu lugar!

Bom, vamos para próxima pergunta: E após disso como ficou sua relação com o judeu Max?

-Não nos falamos mais desde então... Mas continuamos com a galeria na Califórnia...

Acho que encerramos por aqui muito obrigado pela entrevista

-O prazer é todo meu...

Noel Bielecki Martins nº21

      

domingo, 7 de abril de 2013

Hans Hubermann na Primeira Guerra Mundial e como aprendeu a tocar acordeão

A história de Hans na Primeira Guerra, era do tipo difícil de acreditar:
Hans tinha 22 anos e estava em combate na Franca, todos os homens estavam ansiosos para lutar, Hans já não tanto. Ele não era o melhor soldado mas também não era o pior.
Um homem um pouco mais velho que ele, o ensinou a tocar acordeão, Erik Vandenburg, um judeu, aos poucos foram se tornando grandes amigos, Erik morreu no alto de uma colina em foi encontrado aos pedaços.
Hans foi o único que sobreviveu, como? Não entrou em combate neste dia, o culpado, Erik Vandenburg. Naquele dia um sargento, Stephan Schneider entrou no dormitório, ordenou posição de sentido e perguntou:
- Quem tem letra bonita?
ninguém respondeu, ele disse:
-Dessa vez é para escrever cartas, deve levar a manhã toda. Erik disse:
- Hubermann, senhor. Tem a caligrafia impecável.
- Então está certo. Hubermann é você. O capitão precisa de umas doze cartas, teve um terrível reumatismo nos dedos. - disse o sargento.
- Sim, senhor..
Ninguém voltou. Hans carrega o acordeão em memória do amigo durante toda a guerra. Quando voltou foi a casa da família de Erik, conheceu seu filho Max, e ofereceu:
- Quando precisar de alguma coisa - Escrevendo seu endereço no papel. - É só me chamar, sou pintor profissional, faço o trabalho de graça aqui.
E essa foi a forma que ele encontrou para agradecer seu amigo Erik.
Box, por Carolina Carlini