O menino não gostou de ter deixado a cidade
de Berlim, porque sua casa era tranquila, aconchegante, e também porque Berlim
era a cidade que seus melhores amigos (Martin, Daniel e Karl) moravam.
Quando Bruno e sua família chegam a
sua nova residência, eles percebem que a casa é menor que o esperavam, que era
um lugar quieto, tranquilo demais e principalmente um lugar isolado, Bruno
percebe que não tem muitas casas por perto, também pensou que não havia muitas
famílias e nem amigos para brincar ou encrencar.
Bruno não parava de reclamar da casa
nova, ele foi para seu quarto, onde viu a porta do quarto do pai e da mãe se
abrir, ele imaginou que o pai sairia do quarto e iria brigar com o garoto e
quando viu uma pessoa saindo foi logo entrando no quarto, mas quando ele vê era
um rapaz jovem, que trabalhava para seu pai.
Certo dia, Bruno foi dar uma
caminhada, para ver se conseguia achar algum lugar para ser explorado, ele
estava andando fazia já horas, sentindo alguma fome, ele viu um ponto pequeno,
quanto mais perto Bruno chegava não era mais um ponto era uma mancha, que
depois virou uma forma, que se tornou em um vulto, e do fim era um menino.
Bruno chegou a ficar de frente com o
garoto, mas separados por uma cerca, eles dois começaram a se falar. O menino
(Shmuel) estava com uma cara triste como senão gostasse de ninguém daquele lado
da cerca, na verdade apesar de ter vários meninos do lado da cerca, ele não
tinha muitos amigos, era por isso que ele iria pra lá do lado da cerca, porque
na maioria do tempo eles brigavam e ele gostava de ficar sozinho.
Bruno e Shmuel estavam conversando
sobre os países: Alemanha e Polônia de onde veio, um falava que o país dele é
melhor que o do outro. Bruno adorava explorar e perguntou para Shmuel se também
gostava, mas Shmuel nunca tinha explorado. Mais tarde Bruno acabou voltando
para sua casa, mas tinha certeza que iria voltar para conversa com o menino.
Victor Hugo n˚25
Gustavo Crisppi n˚8
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